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segunda-feira, 30 de novembro de 2015
COMO EVITAR O DESGASTE PREMATURO DOS COMPONENTES DE SUSPENSÃO E DIREÇÃO?
Postado por Pronúncia | segunda-feira, 30 de novembro de 2015 | Categoria:
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Algumas medidas são necessárias para se evitar o desgaste da suspensão e da direção.
Além de fazer a manutenção regular desses componentes em um profissional especializado. Confira o check-list.
- Balancear as rodas a cada 10.000km rodados, ou de acordo com as indicações do manual do proprietário.
- Alinhar o veículo regularmente.
- Calibrar os pneus para evitar a baixa pressão.
- Fazer o rodízio das rodas para compensar a diferença de desgaste.
Foto: Mão na Roda Moura
terça-feira, 29 de maio de 2012
Marcelo Pnes - Rodas instaladas
Postado por Pronúncia | terça-feira, 29 de maio de 2012 | Categoria:
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
Marcelo Pneus - Rodas
Postado por Pronúncia | segunda-feira, 21 de maio de 2012 | Categoria:
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
Marcelo Pneus - Como são fabricados os pneus?
Postado por Pronúncia | segunda-feira, 2 de abril de 2012 | Categoria:
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O senso comum diria que basta pegar uma borracha e prensá-la de acordo com o tamanho de roda que a gente quer, certo? Hoje em dia, a coisa é mais complicada. Primeiro, porque um pneu moderno leva um tipo especial de borracha - uma mistura de borracha natural, borracha sintética e o chamado "negro de fumo", um derivado do petróleo usado para deixar a mistura bem resistente.
Segundo, porque a lista de ingredientes do pneu inclui camadas de poliéster, náilon e até aço. Juntando essas substâncias com a borracha especial, os fabricantes conseguem produzir seis componentes diferentes, que serão usados para compor cada uma das partes do pneu. Cada uma dessas partes é fabricada separadamente.
Para juntar tudo, as indústrias usam tambores e prensas - o resultado desse processo é um barrilzinho de borracha, que os técnicos chamam de "pneu verde". Para "amadurecer" e virar um pneu de verdade, ele ainda precisa passar pela chamada vulcanização. Nessa última fase, a peça é prensada novamente, dessa vez a uma temperatura superior a 200 ºC. Aí sim, o pneu é moldado conforme o gosto do freguês. E olha que não faltam opções: só para dar uma ideia, apenas em uma grande fábrica na região do ABC paulista são fabricados mais de 300 modelos de pneu!
A Marcelo Pneus, deseja Feliz Páscoa a todos clientes amigos!
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Marcelo Pneus - Até onde vale a pena consertar o Pneu?
Postado por Pronúncia | segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 | Categoria:
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Pneu furado é sinônimo de dor de cabeça. Mas se o dono do carro não for cuidadoso na hora de providenciar o reparo, o problema certamente vai se transformar numa verdadeira enxaqueca. A questão é que nem todos sabem que aquele conserto baratinho na borracharia é apenas um paliativo. O reparo, conhecido como “macarrão”, é uma solução provisória, que serve apenas para que o condutor tenha condições de levar seu veículo, rodando, até uma oficina aparelhada para fazer o conserto adequado.
Esse “quebra galho”, vai, com o tempo, deixando o ar escapar. Pior: a perda de sua capacidade de vedação também causa infiltrações, que vão, pouco a pouco, minando a resistência do aço da estrutura do pneu, que simplesmente oxida e estoura com o tempo. Portanto, o dono do carro deve procurar uma solução definitiva, que é o chamado plugue, um elemento de borracha que é colado a frio na região que foi perfurada. Para colocar esse elemento vedante, o pneu precisa ser desmontado da roda para que o profissional faça o reparo de dentro para fora. Além disso, o funcionário da oficina aproveita para fazer uma inspeção geral no pneu. Depois de montado, o conjunto pneu/roda precisa ser balanceado novamente.
Recorrer ao tipo de conserto adequado é o primeiro passo para não virar “sócio” da borracharia. Mas não são todos os tipos de avarias que podem ser reparados. Por isso, lembre-se sempre de recorrer a uma oficina idônea, de sua confiança, para não cair em conversa mole e colocar em risco a sua segurança.
Nos pneus com índice de velocidade T, ou seja, até 190 km/h, é possível reparar perfurações de até seis milímetros na banda de rodagem e de até três mm nos flancos (nas laterais dos pneus). Se o dano foi superior a essas medidas, o dono do veículo terá de substituir o pneu.
Já os pneus com índice de velocidade W, com limite até 270 km/h, também podem ter a banda de rodagem reparada, desde que a perfuração não exceda a três mm. Se os flancos foram atingidos, esqueça. O certo é trocar o pneu. Já os pneus Y, que resistem até 300 km/h, não podem passar por nenhum tipo de conserto.
Se o seu carro possui pneus com índice T, o que mais temos em nossas ruas, fique muito atento ao tamanho do estrago. Apesar de sua tolerância maior para reparos, eles também têm os seus limites. Se a banda de rodagem ou os flancos sofreram cortes, não tem jeito. Só trocando mesmo, até porque a estrutura do pneu foi danificada.
Na pior das hipóteses, é melhor assumir logo o prejuízo e bancar um pneu novo – lembre-se que reparos inadequados só colocam a segurança em risco!
Com informações de: www.autoesporte.com.br
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Marcelo Pneus - Acessórios, mais proteção para o seu veículo
Postado por Pronúncia | segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012 | Categoria:
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Acessórios para caminhonetes e picapes são bem procurados e deixam o veículo visualmente mais bonito e, na prática, mais seguros e confiáveis para a pilotagem.
(Segundo lendas, o nome deste equipamento se deu a partir da invocação natural ao santo no momento de um acidente. A iniciativa acabou sendo bem vista e o termo passou a denominar o produto).
Capotas Marítmas: são imprescindíveis, oferecem mais segurança por não deixar os produtos expostos na caçamba, e protege também do sol. Para quem leva muita coisa na caçamba, os protetores mantém a originalidade da carroceria. A picape não corre o risco de ter sua carroceria danificada. São produtos feitos com material resistente e flexível, o polipropileno, o que facilita sua remoção para limpeza.
Para muitas pessoas que amam usar sua caminhonete em trilhas e terrenos acidentados. Um carro bem equipado ajuda bastante quem gosta de se aventurar por estes caminhos. Muitas pessoas sentem mais protegidas, porque têm a certeza de que os acessórios vão amenizar qualquer impacto caso haja algum acidente.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Marcelo Pneus - Dicas para não atolar
Postado por Pronúncia | segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012 | Categoria:
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Não tem coisa melhor que aproveitar as férias para viajar. Porém, o que seria o passeio dos sonhos pode virar um verdadeiro pesadelo se a família ficar com o veículo atolado no meio do nada. Isso ocorre diariamente com muita gente, principalmente com os carros de passeio, que não possuem capacidade de tração suficiente para sair desse tipo de situação.
Além do estresse e de acabar com a viagem de qualquer um, o perigo de ficar dentro do carro à noite pode ser ainda mais traumático. Com algumas regras básicas, você pode sair facilmente do buraco e aproveitar as férias como elas devem ser.
Encalhar na areia a caminho da praia: nesse caso, pare de acelerar forte, que só vai piorar. Se o carro não se mover, é hora de sair do volante e avaliar o problema. Procure um pedaço de madeira ou utilize a calota do carro para começar a limpar o caminho dos pneus, cavando um trilho para que sirva como rota de fuga. Se puder, alivie um pouco o peso do veículo. Caso tenha muitas malas, tire-as para facilitar o trabalho.
O próximo passo é utilizar o macaco. Com uma tábua ou alguma superfície mais resistente, apoie-o para ele não afundar e levante o carro até tirar a roda do chão. Caso ele erga o carro e o pneu continue na areia, utilize o método do “macaco baiano”. Basta cavar o chão e pôr o macaco sob a roda para levantá-la. Depois, coloque folhas, pedaços de galho, jornal ou até o tapete do carro embaixo do pneu.
Você não encontrou pedaços de madeira ou jornal e não quer saber de estragar o tapete do carro? Então abra a mala e pegue uma roupa velha ou que possa ser “sacrificada”. Isso também ajuda.
Agora é só entrar no carro e acelerar devagar, enquanto as outras pessoas vão empurrando com força. Se você sabe com antecedência que vai encarar esse tipo de terreno, um boa dica é murchar o pneu antes de entrar na areia, baixando em geral para a metade do recomendado.
Se a calibragem for 28 ou 30 libras, passe para 15. A cada 10 segundos murchando o pneu, a pessoa baixa 1 libra em média. Com essa contagem, a pessoa deixa todos os pneus com a mesma calibragem. Mas atenção: não se esqueça nesse caso de levar um compressor elétrico, desses que são ligados no acendedor de cigarro.
Ao entrar na areia, acelere e mantenha em marcha mais baixa. O importante não é velocidade e sim manter o giro do motor alto. Entre em segunda marcha, com 2 000 rpm, ou em primeira, com 4 000. Outro truque é também entrar na areia girando o volante de um lado para o outro. Conte “um, dois” e ao mesmo tempo gire um pouco para a direita, depois mais “um, dois” e vire para a esquerda. Quando for frear, faça sempre de forma suave, nunca bruscamente, para não cavar a areia ao parar e formar um buraco.
Para sair da lama, faça quase o mesmo. Se perceber que está atolando, pare, dê a ré o máximo possível e depois acelere para tentar vencer o obstáculo no embalo. Parou? Dê ré e repita a operação. O importante é não ficar parado acelerando, porque assim se vai escorregando e atolando cada vez mais.
Ao enfrentar a lama, você não pode ir devagar como na areia. Se entrar muito rápido ou muito devagar, ele vai parar. Use a segunda ou a primeira marcha com uma rotação média, algo entre 1 500 e 3 000 giros. Se encalhou de vez, cave o terreno e tire o barro que fica na roda e que está à frente do pneu. Coloque pedras, pedregulhos ou pedaços de madeira sob o pneu, pois, ao acelerar, ele sairá. Nesse caso, galhos, jornal e roupa de nada irão adiantar. Às vezes, dá até para colocar o estepe embaixo da própria roda, para servir de apoio.
Empurrar um carro pode não ser tão fácil quanto você pensa. Colocar as mãos no meio da lataria, nas grades ou no farol não dará bom resultado. Evite empurrar pela parte plástica do veículo. Prefira pôr as mãos nas colunas, nos cantos e nas partes mais rígidas da estrutura.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Marcelo Pneus - Dicas de manutenção da suspensão do seu carro seminovo
Postado por Pronúncia | segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 | Categoria:
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Rodar com molas e amortecedores em mau estado compromete não apenas o conforto mas também a segurança. por isso é importante saber detectar as principais falhas que podem ocorrer na suspensão do seu carro seminovo.
Faça uma revisão completa dos eixos, molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins, bandejas, batentes e buchas a cada 40 mil quilômetros. Os amortecedores devem ser substituídos nesse mesmo período.
Molas
As molas sustentam o peso da carroceria e evitam choques entre ela e alguns componentes da suspensão. Para ter certeza de que estão cumprindo adequadamente seu papel, verifique se existem marcas de desgaste entre os elos, bem como trincas e lascas. Verifique também se a carroceria está pendendo para um dos lados. Isto pode ser indício desgaste excessivo. Geralmente duram em torno de 50 mil quilômetros.
Amortecedores
Para checar o funcionamento dos amortecedores, o ideal é fazer um teste em oficina com aparelhos especializados. Mas, você pode fazer uma rápida verificação, pressionando com força os cantos da carroceria (sobre as rodas) para baixo, Se ela oscilar mais de uma vez e meia é sinal de que o amortecedor já está gasto. Vale lembrar que eles devem ser verificados a cada 30 mil quilômetros e que devem ser substituídos sempre aos pares.
Sinais que indicam problemas de amortecedores:
- Você ouve ou sente uma batida súbita, mesmo quando passa sobre pequenas elevações ou depressões do piso.
- O veículo oscila nas curvas.
- O veículo parece demorar mais tempo a parar.
- A dianteira do veículo oscila quando freia.
Os amortecedores deteriorados também podem afetar outros componentes do veículo. Os pneus se desgastam mais rapidamente, podendo, por sua vez, causar o desgaste excessivo dos rolamentos das rodas, componentes da direção, apoios do motor e veios de transmissão, o que se traduz em reparações mais dispendiosas, que poderiam ser evitadas.
Alertas:
Não lave a parte inferior do carro com óleo de mamona. Isso causa ressecamento das buchas de suspensão, que absorvem os ruídos e vibrações, resultando na perda do conforto.
Diminuia a velocidade ao passar por trechos esburacados, lombadas e valetas, sem frear em cima deles
Evite subir em meio-fios quando for estacionar em ladeiras pois isto causa desgaste prematuro dos pivôs e bandejas.
Fonte: http://www.autobelli.com.br
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