segunda-feira, 7 de maio de 2012
Marcelo Pneus - Bridgestone lança nova geração dos pneus
No dia 05 de abril a Bridgestone apresentou no Las Vegas Motor Speedway, a próxima geração dos seus populares Bridgestone Turanza Serenity e Firestone Destination. O Bridgestone Turanza Serenity Plus inclui os mesmos benefícios que os consumidores esperam do Serenity – uma direção tranquila e confortável e bom desempenho em pista molhada – com os benefícios adicionais de melhor performance no inverno e eficiência de combustível. Além disso, todos os modelos vêm com uma maior garantia por desgaste, extendida a 75.000 milhas (uma melhoria de mais de 25.000 milhas frente ao seu antecessor).
Já o Firestone Destination LE2 é a nova geração da linha de produtos mais bem sucedida. Todos os aspectos deste produto destinado para CUV, SUV e caminhões leves foram melhorados, incluindo o desempenho em pistas secas, passeio mais confortável e sem ruído e a redução no consumo de combustível. De fato, o Destination LE2 oferece uma melhoria de 15% em RRC (Rolling Resistance Coefficient), que se traduz em até 2% de economia de combustível em relação ao seu antecessor.
Ambos os modelos ganharam da empresa a identificação de “Eco-Product”, reservado para identificar os pneus da marca Bridgestone ou Firestone que foram projetados para um melhor desempenho ambiental.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Segmento Premium da Pirelli triunfa na Alemanha
Desenvolvido pela Pirelli a partir de conhecimentos obtidos nas corridas, o P ZeroTM alcançou as pontuações mais altas nos testes feitos pela Auto Zeitung. O pneu Pirelli venceu o teste pelo seguinte motivo: “Desempenho excepcional em pistas molhadas, brilhante em pistas secas. O Pirelli PZeroTM é convincente em todas as categorias e um vencedor merecido”.
O Scorpion VerdeTM é “altamente recomendado” segundo os testes pela Auto Zeitung. O primeiro pneu verde de alto desempenho projetado para SUVs e crossovers também se destaca em testes independentes feitos pela Auto Bild Allrad.
O Cinturato P7TM é o vencedor do teste da Auto Bild. De acordo com a revista alemã, o pneu verde para veículos com suportes médios e premium garante uma excelente viagem em piscas secas ou molhadas. Ele proporciona ótima precisão para a direção e excelente relação preço/desempenho.
Por último, também há a classificação “altamente recomendado” do Cinturato P1TM, solução premium para carros urbanos e outros veículos motorizados de pequeno porte. O veredito é o resultado dos testes pela Gute Fahrt, que considera o Cinturato P1TM “o melhor durante a frenagem, excelente para a direção e em caso de aquaplanagem.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Pneus sem ar
Sabe aquelas invenções que você nunca pensou que pudessem existir na realidade, como as bicicletas que voam, os sapatos que escalam paredes e os pneus sem ar? Pois é, os dois primeiros continuam sendo apenas um sonho, mas acredite: os pneus sem ar já são uma realidade. A proeza é da Bridgestone com o novo projeto: pneus que não precisam de ar, 100% recicláveis. E que, para funcionar, usam uma resina termoplástica de curvaturas bem definidas, assim como a borracha usada na área lateral de rodagem, e que conseguem suportar perfeitamente a pressão do carro.
E além dessas novidades, o pneu vem com esta outra: é muito mais seguro. Afinal, não fura e, portanto, o risco de acidentes é muito menor. Sem contar que você não precisa sequer de estepes e nem se preocupar em ficar enchendo os pneus. Uma bela notícia para quem até hoje sofre com a ideia de trocar pneus, não é mesmo?
O único dado triste é que a Bridgestone ainda não divulgou quando estes pneus “amigos do meio ambiente” estarão disponíveis para a venda.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Marcelo Pneus - Até onde vale a pena consertar o Pneu?
Pneu furado é sinônimo de dor de cabeça. Mas se o dono do carro não for cuidadoso na hora de providenciar o reparo, o problema certamente vai se transformar numa verdadeira enxaqueca. A questão é que nem todos sabem que aquele conserto baratinho na borracharia é apenas um paliativo. O reparo, conhecido como “macarrão”, é uma solução provisória, que serve apenas para que o condutor tenha condições de levar seu veículo, rodando, até uma oficina aparelhada para fazer o conserto adequado.
Esse “quebra galho”, vai, com o tempo, deixando o ar escapar. Pior: a perda de sua capacidade de vedação também causa infiltrações, que vão, pouco a pouco, minando a resistência do aço da estrutura do pneu, que simplesmente oxida e estoura com o tempo. Portanto, o dono do carro deve procurar uma solução definitiva, que é o chamado plugue, um elemento de borracha que é colado a frio na região que foi perfurada. Para colocar esse elemento vedante, o pneu precisa ser desmontado da roda para que o profissional faça o reparo de dentro para fora. Além disso, o funcionário da oficina aproveita para fazer uma inspeção geral no pneu. Depois de montado, o conjunto pneu/roda precisa ser balanceado novamente.
Recorrer ao tipo de conserto adequado é o primeiro passo para não virar “sócio” da borracharia. Mas não são todos os tipos de avarias que podem ser reparados. Por isso, lembre-se sempre de recorrer a uma oficina idônea, de sua confiança, para não cair em conversa mole e colocar em risco a sua segurança.
Nos pneus com índice de velocidade T, ou seja, até 190 km/h, é possível reparar perfurações de até seis milímetros na banda de rodagem e de até três mm nos flancos (nas laterais dos pneus). Se o dano foi superior a essas medidas, o dono do veículo terá de substituir o pneu.
Já os pneus com índice de velocidade W, com limite até 270 km/h, também podem ter a banda de rodagem reparada, desde que a perfuração não exceda a três mm. Se os flancos foram atingidos, esqueça. O certo é trocar o pneu. Já os pneus Y, que resistem até 300 km/h, não podem passar por nenhum tipo de conserto.
Se o seu carro possui pneus com índice T, o que mais temos em nossas ruas, fique muito atento ao tamanho do estrago. Apesar de sua tolerância maior para reparos, eles também têm os seus limites. Se a banda de rodagem ou os flancos sofreram cortes, não tem jeito. Só trocando mesmo, até porque a estrutura do pneu foi danificada.
Na pior das hipóteses, é melhor assumir logo o prejuízo e bancar um pneu novo – lembre-se que reparos inadequados só colocam a segurança em risco!
Com informações de: www.autoesporte.com.br
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Marcelo Pneus - Acessórios, mais proteção para o seu veículo
Acessórios para caminhonetes e picapes são bem procurados e deixam o veículo visualmente mais bonito e, na prática, mais seguros e confiáveis para a pilotagem.
(Segundo lendas, o nome deste equipamento se deu a partir da invocação natural ao santo no momento de um acidente. A iniciativa acabou sendo bem vista e o termo passou a denominar o produto).
Capotas Marítmas: são imprescindíveis, oferecem mais segurança por não deixar os produtos expostos na caçamba, e protege também do sol. Para quem leva muita coisa na caçamba, os protetores mantém a originalidade da carroceria. A picape não corre o risco de ter sua carroceria danificada. São produtos feitos com material resistente e flexível, o polipropileno, o que facilita sua remoção para limpeza.
Para muitas pessoas que amam usar sua caminhonete em trilhas e terrenos acidentados. Um carro bem equipado ajuda bastante quem gosta de se aventurar por estes caminhos. Muitas pessoas sentem mais protegidas, porque têm a certeza de que os acessórios vão amenizar qualquer impacto caso haja algum acidente.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Marcelo Pneus - Dicas para não atolar
Encalhar na areia a caminho da praia: nesse caso, pare de acelerar forte, que só vai piorar. Se o carro não se mover, é hora de sair do volante e avaliar o problema. Procure um pedaço de madeira ou utilize a calota do carro para começar a limpar o caminho dos pneus, cavando um trilho para que sirva como rota de fuga. Se puder, alivie um pouco o peso do veículo. Caso tenha muitas malas, tire-as para facilitar o trabalho.
O próximo passo é utilizar o macaco. Com uma tábua ou alguma superfície mais resistente, apoie-o para ele não afundar e levante o carro até tirar a roda do chão. Caso ele erga o carro e o pneu continue na areia, utilize o método do “macaco baiano”. Basta cavar o chão e pôr o macaco sob a roda para levantá-la. Depois, coloque folhas, pedaços de galho, jornal ou até o tapete do carro embaixo do pneu.
Você não encontrou pedaços de madeira ou jornal e não quer saber de estragar o tapete do carro? Então abra a mala e pegue uma roupa velha ou que possa ser “sacrificada”. Isso também ajuda.
Agora é só entrar no carro e acelerar devagar, enquanto as outras pessoas vão empurrando com força. Se você sabe com antecedência que vai encarar esse tipo de terreno, um boa dica é murchar o pneu antes de entrar na areia, baixando em geral para a metade do recomendado.
Se a calibragem for 28 ou 30 libras, passe para 15. A cada 10 segundos murchando o pneu, a pessoa baixa 1 libra em média. Com essa contagem, a pessoa deixa todos os pneus com a mesma calibragem. Mas atenção: não se esqueça nesse caso de levar um compressor elétrico, desses que são ligados no acendedor de cigarro.
Ao entrar na areia, acelere e mantenha em marcha mais baixa. O importante não é velocidade e sim manter o giro do motor alto. Entre em segunda marcha, com 2 000 rpm, ou em primeira, com 4 000. Outro truque é também entrar na areia girando o volante de um lado para o outro. Conte “um, dois” e ao mesmo tempo gire um pouco para a direita, depois mais “um, dois” e vire para a esquerda. Quando for frear, faça sempre de forma suave, nunca bruscamente, para não cavar a areia ao parar e formar um buraco.
Para sair da lama, faça quase o mesmo. Se perceber que está atolando, pare, dê a ré o máximo possível e depois acelere para tentar vencer o obstáculo no embalo. Parou? Dê ré e repita a operação. O importante é não ficar parado acelerando, porque assim se vai escorregando e atolando cada vez mais.
Ao enfrentar a lama, você não pode ir devagar como na areia. Se entrar muito rápido ou muito devagar, ele vai parar. Use a segunda ou a primeira marcha com uma rotação média, algo entre 1 500 e 3 000 giros. Se encalhou de vez, cave o terreno e tire o barro que fica na roda e que está à frente do pneu. Coloque pedras, pedregulhos ou pedaços de madeira sob o pneu, pois, ao acelerar, ele sairá. Nesse caso, galhos, jornal e roupa de nada irão adiantar. Às vezes, dá até para colocar o estepe embaixo da própria roda, para servir de apoio.
Empurrar um carro pode não ser tão fácil quanto você pensa. Colocar as mãos no meio da lataria, nas grades ou no farol não dará bom resultado. Evite empurrar pela parte plástica do veículo. Prefira pôr as mãos nas colunas, nos cantos e nas partes mais rígidas da estrutura.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Marcelo Pneus - Rodas

Concessionárias e lojas de acessórios concordam: as rodas de liga leve são o segundo acessório mais cobiçado, perdendo apenas para o rádio. E não são raros aqueles que fazem questão de andar sempre com os “calçados da moda”, trocando as rodas até três vezes em um único ano. No outro extremo, há gente que pensa diferente e não abre mão de uma das duplas mais tradicionais da indústria automotiva: a roda de aço com calota. Ao contrário do que se pensa, a diferença entre os modelos de aço e de liga leve não está na resistência, mas em três pontos principais: peso, estética e custo. Conheça mitos e verdades sobre rodas.A roda de aço é mais resistente?
São equivalentes. No desenvolvimento de um carro, a escolha das rodas leva em consideração uma série de fatores. Além do efeito visual que elas causam no conjunto, as rodas são peças móveis submetidas às mais variadas e severas condições, principalmente em países como o Brasil, com ruas e estradas tão esburacadas. Assim, não importa se a roda utilizada será de aço estampado ou de liga: elas passam pelos mesmos testes. Choque térmico, resistência a agentes químicos e salinidade são as provas mais leves. Dureza mesmo é o teste de impacto: deve-se subir, bater e ralar em guias e cair em buracos em diversas combinações de velocidade, ângulo e calibragem.
Roda de liga é mais leve?
Na balança, a roda de liga leva vantagem sobre a de aço: é, em média, 15% mais leve. Porém essa diferença pode chegar a 50% no caso de modelos maiores utilizados em supercarros ou bólidos de competição.
Por que as rodas de aço não podem ser bonitas?
Outra vantagem da roda de liga está no desenho. Por ser fundida – processo pelo qual o metal é aquecido para se tornar líquido e então ser despejado em um molde –, ela permite mais criatividade no visual que as de aço, criadas a partir de uma chapa prensada. Para obterem o mesmo nível de resistência que uma roda de aço, a face das rodas de liga é mais espessa. É aí que está o pulo do gato: ainda que com faces mais “volumosas”, elas conseguem ser mais leves.
Roda de liga estraga mais fácil?
Apesar de ser tão resistente a impactos quanto a roda de aço, a de liga é mais frágil quanto a danos superficiais. A mesma raladinha na guia que deixa um arranhão na primeira provoca profundas cicatrizes na segunda. Mas, como já foi dito, as rodas de aço geralmente são acompanhadas de calotas que, aliás, riscam com ainda mais facilidade que as rodas de liga leve.
Como fazer para a roda durar mais?
No balanceamento, a regra é clara: na roda de aço, os pesos devem ser fixados por pressão na borda do aro. Na de liga, por questão estética, deve-se usar os chumbos tipo pastilha auto-adesiva, colados no aro. É preciso limpar bem a área para evitar que saiam na primeira lavagem. Se utilizar qualquer tipo de solvente para retirar sujeira impregnada, faça isso com as rodas fora do carro, evitando danos aos componentes de suspensão e freios. Ainda assim, é importante enxaguar bastante para evitar manchas. Ao trocar um pneu furado, nada de subir na chave de roda para apertar um parafuso: utilize apenas as mãos.
Fonte: Quatro Rodas
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Marcelo Pneus - Segurança com os Pneus
- Data de validade
Ela caduca em quatro anos após a data de fabricação, a qual está estampada no lado do pneu.
Se utilizarmos pneus caducados, é possível que estourem e o resultado pode ocasionar acidente grave. É um bom hábito inspecionar os pneus para verificar a sua data de de validade.
- Pressão
Outro ponto importante é a calibragem. Calibre sempre conforme o manual do veículo. Baixa pressão para evitar ruídos na rodagem, é perigoso. Em auto-estrada ou BR, o pneu com baixa pressão tende a esquentar e estourar. Portanto muita atenção. Na lateal dos pneus, encontramos o valor máximo admissível para a pressão, alguns pneus têm apenas capacidade para a pressão máxima de 32 PSI, outros são projetados para 44 PSI e alguns mesmo 50 PSI. Verifique os pneus para saber qual é a máxima pressão que suportam. Uma prática aceitável é rodar com uma calibragem ligeiramente abaixo dos valores indicados. Veja a tabela a seguir:
| Máxima Pressão | Pressão Aceitável |
|---|---|
| 32 PSI | 28 PSI |
| 44 PSI | 35 PSI |
| 50 PSI | 44 PSI |
Outro ponto importante a considerar é a carga a que submetemos os pneus. Muitas vezes sobrecarregamos os veículos sem prestar atenção ao esforço que isto representa para os pneus. Não exceda a capacidade máxima de carga, o pneu poderá estourar e causar um acidentes.
- Velocidade
O pneu foi projetado para uma velocidade máxima e ela está indicada por uma letra ao lado do índice de carga. A tabela abaixo mostra a velocidade em Km/h e Mph.
| Índice de velocidade | Velocidade em Km/h |
|---|---|
| Q | 160 |
| R | 170 |
| S | 180 |
| T | 190 |
| U | 200 |
| H | 210 |
| V | 240 |
| ZR | >240 |
| W | 270 |
| Y | 300 |
As letras indicam a resistência de um pneu ao calor. Sendo "A" o mais alto e "C" o mais baixo.
| Símbolo | Área |
|---|---|
| A | Área Quente |
| B | Área Normal |
| C | Área Fria |
A tração é a capacidade de um pneu para parar em pavimento molhado. Um pneu de maior graduação permite uma maior capacidade de parar o veículo numa via molhada, numa distância menor do que um pneu de uma menor graduação. A tração está classificada do mais alto para o mais baixo como "AA", "A", "B" e "C".
- Desgaste
Este número indica quanto maior for a graduação, mais tempo levará para o pneu desgastar. Portanto, um pneu de graduação 400 irá durar o dobro que o de graduação 200.
- Dimensões
Muitos de nós já compramos pneus no passado e quando nos perguntam de que tamanho queremos, fazemos uso do pneu velho para obter uma informação de comparação. As dimensões de um pneu são caracterizadas por letras e números. O que significam esses números?
P - Pneu para veículo de passageiros
265 - Largura do pneu em milímetros
60 - Relação da altura com a largura do pneu, 60% da largura neste caso
R - Pneu Radial
18 - Roda de aro 18 polegadas.
Fonte: Jgg pneus
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Dicas para o uso Inteligente do Pneu
- Calibrar os pneus semanalmente de acordo com a indicação do manual de fabricante do veículo.
- Fazer o rodízio de pneus. Veículos com pneus radiais a cada 8.000 kms e veículos com pneus diagonais a cada Kms rodado.
- Evitar sobrecarga no veículo. Excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta o risco de danos ou de alterações estruturais importantes.
- Fazer a manutenção preventiva de todo o veículo. Amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas diferentes altera o equilíbrio.
- Utilizar as medidas de pneus e rodas indicadas pelo fabricante do veículo. As partes dos carros foram projetadas para interagirem de forma equilibrada. A utilização de pneus e rodas diferentes altera o equilíbrio.
- Alinhar o sistema de direção e suspensão e balancear os pneus conforme indicado pelo fabricante ou, pelo menos, a cada 10.000 Km, e sempre que o veículo sofrer impactos fortes; ocorrer a troca de pneus, os pneus apresentarem desgastes irregulares; forem substituídos os componentes da suspensão; e o veículo estiver “puxando” para um lado.
- Utilizar o pneu indicado para cada tipo de solo. Rodar na cidade com um pneu destinado ao uso em terra ( fora de Estrada ) provocará perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade das peças do veículo.
- Observar periodicamente o indicador de desgaste da rodagem (TW). Este indicador existente em todo o pneu mostra o momento certo para efetuar a troca, reduzindo o risco de rodar com o pneu careca.
- Não permitir o contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes. Estes produtos atacam a borracha fazendo com que ela perca suas propriedades físico-químicas e mecânicas.
- Evitar a direção agressiva, com freadas fortes e mudanças bruscas de direção. Nunca ignore a existência de lombadas, buracos e imperfeições de piso. Os melhores pilotos de competição são aqueles que, mesmo rápidos, sabem poupar seus carros e pneus.
Fonte: rodymaispneus.com.br
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Marcelo Pneus - Dicas de manutenção da suspensão do seu carro seminovo
Rodar com molas e amortecedores em mau estado compromete não apenas o conforto mas também a segurança. por isso é importante saber detectar as principais falhas que podem ocorrer na suspensão do seu carro seminovo.
Faça uma revisão completa dos eixos, molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins, bandejas, batentes e buchas a cada 40 mil quilômetros. Os amortecedores devem ser substituídos nesse mesmo período.
Molas
As molas sustentam o peso da carroceria e evitam choques entre ela e alguns componentes da suspensão. Para ter certeza de que estão cumprindo adequadamente seu papel, verifique se existem marcas de desgaste entre os elos, bem como trincas e lascas. Verifique também se a carroceria está pendendo para um dos lados. Isto pode ser indício desgaste excessivo. Geralmente duram em torno de 50 mil quilômetros.
Amortecedores
Para checar o funcionamento dos amortecedores, o ideal é fazer um teste em oficina com aparelhos especializados. Mas, você pode fazer uma rápida verificação, pressionando com força os cantos da carroceria (sobre as rodas) para baixo, Se ela oscilar mais de uma vez e meia é sinal de que o amortecedor já está gasto. Vale lembrar que eles devem ser verificados a cada 30 mil quilômetros e que devem ser substituídos sempre aos pares.
Sinais que indicam problemas de amortecedores:
- Você ouve ou sente uma batida súbita, mesmo quando passa sobre pequenas elevações ou depressões do piso.
- O veículo oscila nas curvas.
- O veículo parece demorar mais tempo a parar.
- A dianteira do veículo oscila quando freia.
Os amortecedores deteriorados também podem afetar outros componentes do veículo. Os pneus se desgastam mais rapidamente, podendo, por sua vez, causar o desgaste excessivo dos rolamentos das rodas, componentes da direção, apoios do motor e veios de transmissão, o que se traduz em reparações mais dispendiosas, que poderiam ser evitadas.
Alertas:
Não lave a parte inferior do carro com óleo de mamona. Isso causa ressecamento das buchas de suspensão, que absorvem os ruídos e vibrações, resultando na perda do conforto.
Diminuia a velocidade ao passar por trechos esburacados, lombadas e valetas, sem frear em cima deles
Evite subir em meio-fios quando for estacionar em ladeiras pois isto causa desgaste prematuro dos pivôs e bandejas.
Fonte: http://www.autobelli.com.br










