terça-feira, 18 de outubro de 2016
QUAL A DIFERENÇA ENTRE A VELOCIDADE REAL E A INDICADA NOS VELOCÍMETROS DIGITAIS?
Sejam digitais ou analógicos, os velocímetros costumam mostrar uma velocidade superior à real.
Em um veículo com velocímetro convencional, existe uma diferença entre o indicado no mostrador e a velocidade real. E no caso de um velocímetro digital?
Todos os velocímetros, analógicos ou digitais, costumam ter um erro de leitura que registra a velocidade real. Nos testes de aferição feitos pela QUATRO RODAS, é comum registrar acréscimos de até 10% sobre o real – ou seja, a 100 km/h, ele poderia marcar 110 km/h no painel.
Não é permitido por lei, porém, indicar velocidade menor que a real. Essa diferença é introduzida eletronicamente nos modelos digitais. E antes que se pense em comparar a velocidade real com a de um GPS comum, é importante saber que o uso desse aparelho nem sempre indica um número com total precisão devido a interferências, irregularidades do piso ou clareza do sinal.
Fonte: Quatro Rodas
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Como calibrar o pneu do jeito certo
Manter os pneus bem calibrados é fundamental para garantir a segurança dos passageiros e aumentar a vida útil da peça. Mas será que você está fazendo a calibragem da forma adequada?
Um dos principais erros que as pessoas cometem é comparar a calibragem do seu carro com a de outros veículos ou acreditar que existe um padrão de calibragem. Cada veículo tem uma necessidade diferente que varia de com o modelo de pneu escolhido pela montadora.
Em alguns veículos, por exemplo, é preciso colocar mais pressão quando o número de ocupantes é maior. Isso traria maior estabilidade, principalmente na hora de pegar a estrada, mas não é uma regra.
Para nunca mais errar, fique de olho nas informações do fabricante, que vêm no manual do usuário e também costuma estar na parte interna da porta do motorista.
Fonte texto: Petrobras
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Aprenda a utilizar o freio ABS da maneira correta e segura
O sistema de freios ABS é uma escolha mais segura para veículos. Este sistema impede as rodas de travarem e deslizarem durante a frenagem. Mas para que o sistema funcione corretamente é preciso seguir algumas orientações.
1) Ao frear bruscamente, mantenha o freio aplicado, imprimindo toda a força possível sobre o pedal. Não alivie o esforço ou retire o pé do pedal porque, ao fazer isso você estará impedindo o desempenho total do ABS e, como consequência, aumentará consideravelmente a distância de frenagem do veículo.
2) Quando o ABS atua é comum que o pedal vibre e faça ruídos. Esta situação é normal portanto não se preocupe e mantenha o pé no pedal.
3) Mesmo sendo mais seguro, o sistema ABS não impede completamente que o motorista perca por poucos instantes o controle da direção. Por isso, esteja sempre preparado para mudar a direção do veículo caso seja necessário.
4) Por fim, é importante reforçar que o sistema ABS só atua na iminência de travamento das rodas. Na frenagem normal ou em baixas velocidades o sistema ABS não é acionado.
Fonte: Fremax
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Cuidado! Buracos na pista
Ao dar de cara com um buraco a melhor opção é desviar, mas as vezes isso não é possível e você pode cair nas seguintes situações:
①V̲o̲c̲ê̲ a̲v̲i̲s̲t̲o̲u̲ o̲ b̲u̲r̲a̲c̲o̲, m̲a̲s̲ n̲ã̲o̲ é̲ po̲s̲s̲í̲v̲e̲l̲ d̲e̲s̲v̲i̲a̲r̲: o mais indicado é manter a velocidade baixa e encará-lo de frente, pois passar de lado aumenta os riscos de rasgar os pneus e danificar o sistema de suspensão;
②V̲o̲c̲ê̲ e̲n̲x̲e̲r̲go̲u̲ m̲u̲i̲t̲o̲ pr̲ó̲x̲i̲m̲o̲ e̲ n̲ã̲o̲ t̲e̲m̲ t̲e̲m̲po̲ d̲e̲ f̲u̲gi̲r̲: o motorista não deve frear o carro, o indicado é, apenas, tirar o pé do acelerador e manter o volante firme em linha reta, evitando que a frente do carro abaixe e torne o impacto ainda maior.
Não tive como evitar passar pelo buraco, e agora? =(
●Se o pneu estourar ou esvaziar rapidamente, o motorista deve apenas tirar o pé do acelerador e, sem frear de forma brusca, levar o carro até o acostamento para fazer a troca;
●Mesmo que os pneus não tenham estourado, o ideal é conduzir o carro até um lugar seguro para avaliar se houve algum dano aparente nos pneus, rodas, suspensão ou cárter do motor. Em caso de vazamento, desligue o carro e peça ajuda para levar o carro até uma oficina;
●Se estiver tudo certo, mas ao dirigir a direção trepidar ou o carro puxar para um dos lados, é recomendado levar o carro até uma uma oficina para ver se ele está desalinhado, o que pode causar desgaste desproporcional dos pneus com o tempo.
Fonte: Dunlop
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Verifique a calibragem dos pneus
A pressão correta melhora o desempenho dos pneus e economiza combustível.
É muito importante manter a pressão correta dos pneus do seu veículo, pois além de melhorar o desempenho do carro e economizar combustível, ainda contribui para sua segurança. Quando estão descalibrados, os pneus perdem aderência com o solo. Com isto, há aumento vertiginoso na distância percorrida em casos de frenagens bruscas e maior perigo de aquaplanagem em pista molhada. Além dos problemas de segurança, pneus com pressão inadequada também pesam no bolso, pois aumentam o consumo de combustível e as probabilidades de estragos no pneu, comprometendo sua vida útil.
Como saber qual é a pressão correta dos pneus do carro?
A pressão correta varia de acordo com o tipo de pneu e modelo do carro. Todo fabricante deve informar aos consumidores qual é a pressão ideal dos pneus do veículo. Geralmente há um selo com esta informação no próprio veículo. Na maioria das vezes ela se encontra na parte interna da porta, próximo ao pilar de segurança, que fica visível apenas quando as portas do veículo estão abertas. Muitos fabricantes também colocam esta informação no para-sol. Caso seu veículo não tenha o selo em nenhum destes locais, basta olhar a informação no manual do proprietário.
Quando é preciso conferir a pressão dos pneus?
No mínimo uma vez a cada 15 dias ou antes de pegar a estrada ou de longas viagens. Porém, o mais indicado é que o proprietário faça a calibragem dos pneus semanalmente. Além disto, quando o carro está muito carregado – com sobrepeso de bagagens, por exemplo -, é possível que o fabricante determine o aumento da pressão dos pneus. Neste caso, verifique a informação correta no manual do veículo.
Fonte: Michelin
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Carro muito Carregado
Quando o carro está carregado, os pneus precisam ser calibrados com mais pressão, conforme indica o manual do proprietário do veículo. Se você não adequar a pressão, o desgaste será maior e o carro ficará com menos estabilidade. Além disso, rodar com sobrecarga danifica a estrutura do pneu, podendo diminuir sua vida útil.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Por que pneus iguais podem ter indicações de pressão diferentes para cada carro?
Os pneus podem até ser os mesmos, mas os carros são diferentes e isso é fundamental para que seja estipulado a medida ideal de quanto os pneus devem ser cheios. Para chegar a este número as montadoras levam em conta diversos fatores, além do peso do veículo. Alguns são o conforto para os ocupantes, a economia de combustível, a durabilidade dos componentes e a segurança, já que a calibragem altera a estabilidade do veículo.
Por isso é muito importante olhar a informação no manual do proprietário, lá está descrita a pressão adequada para o veículo vazio ou com carga.
terça-feira, 31 de maio de 2016
AUTOMÓVEIS DO BRASIL TERÃO PLACAS DO MERCOSUL A PARTIR DE 2017
Carros zero km, transferidos de município ou de propriedade deverão adotar o novo padrão já no ano que vem.
Semelhante à placa utilizada na União Europeia, o modelo do padrão Mercosul terá fundo branco com a parte superior com uma faixa azul, com o lado esquerdo possuindo o logotipo do Mercosul, o lado direito a bandeira do Brasil e, na parte central, o nome do país. A cor das letras e dos números também muda: preta para veículos comuns, verde para os em teste, vermelha para os comerciais, azul para os oficiais e dourada para veículos diplomáticos.
Antes com três letras e quatro números, a placa inverterá essa ordem e possuirá quatro letras e três números, dispostos agora de forma aleatória (com o último caractere sendo sempre numérico para não interferir nos rodízios municipais). Isso, provavelmente, acabará com a possibilidade de personalização de chapas.
No padrão atual de placas, existem 175 milhões de combinações possíveis enquanto que, no novo, esse número subirá para mais de 450 milhões. Além do Brasil, o novo padrão de placas de identificação do Mercosul será adotado pelos países integrantes do bloco: Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela. A iniciativa vai facilitar a circulação e a segurança entre as nações do bloco, além de assegurar a existência de um banco de dados conjunto.
Além disso, não haverá mais um padrão de letras correspondente a um estado ou ao país. Hoje, é possível saber de onde vem um carro apenas pelo início da placa - São Paulo, por exemplo, costuma ter veículos emplacados de C a H - mas isso acabará com as novas placas.
Muitas medidas de segurança e novidades tecnológicas foram adicionadas a nova placa para inibir falsificações e facilitar a fiscalização nas fronteiras. Além da marca d'água com as palavras “Mercosur Brasil Mercosul”, haverá também uma faixa holográfica semelhante à das notas de R$ 20,00 e um QR code com dados do fabricante, data de produção e número de série da placa.
Fonte: Quatro Rodas
Imagem: Divulgação
terça-feira, 24 de maio de 2016
Quando o farol de neblina pode ser usado?
O Código de Trânsito Brasileiro permite o uso desses equipamentos apenas em situações de neblina, chuva forte ou nuvens de pó.
A luz de neblina é destinada a aumentar a iluminação da via e quando usada desnecessariamente emite um fecho de luz que ofusca o condutor do veículo que trafega em sentido contrário.
O uso incorreto pode pesar no bolso, com uma multa e perda de pontos na carteira de habilitação.
Fonte: Dunlop
terça-feira, 17 de maio de 2016
Freio
terça-feira, 10 de maio de 2016
ENTENDENDO A SOPA DE LETRINHAS DO SEU PNEU
| 100 | 800 kg |
|---|---|
| 101 | 825 kg |
| 102 | 850 kg |
| 103 | 875 kg |
| 104 | 900 kg |
| 105 | 925 kg |
| S | 180 km/h |
|---|---|
| T | 190 km/h |
| U | 200 km/h |
| H | 210 km/h |
| V | 240 km/h |
| Z | + 240 km/h |
| W | 280 km/h |
| Y | 300 km/h |
terça-feira, 3 de maio de 2016
PROJETO DE LEI QUER PROIBIR TRANSPORTE DE BÊBADO AO LADO DO MOTORISTA
Justificativa é de impedir que a condução do veículo seja comprometida por passageiros alcoolizados ou drogados.
A proposta, que tramita na Câmara, prevê como punição infração gravíssima (7 pontos na CNH), multa e retenção do veículo até que a irregularidade seja tratada - ou seja, que o eventual carona bêbado ou drogado sente-se no banco traseiro do veículo. O deputado explica que a proposta tem o objetivo de tentar impedir que a condução do veículo seja atrapalhada por terceiros. “Basta considerarmos o quanto o álcool e outras drogas podem comprometer o julgamento de uma pessoa. O simples estado de euforia de quem está ao lado do condutor pode influenciá-lo a dirigir em alta velocidade ou executar manobras arriscadas”, explica.
O projeto de lei cita distrações que poderiam atrapalhar o motorista caso haja presença de um passageiro bêbado ou drogado no banco ao lado: "o indivíduo embriagado que, por brincadeira, tenta movimentar o volante, atrapalhando o condutor; o indivíduo embriagado que, com ânsia de vômito, tira a atenção do motorista.", entre outras situações potencialmente perigosas de acordo com a proposta.
Segundo o político, a Macedônia e a Bósnia-Herzegovina já adotam a restrição. O deputado ainda salienta que nos Estados Unidos e no Canadá as medidas são ainda mais rigorosas, pois estando ou não ao lado do motorista, o passageiro nem precisa estar embriagado para causar complicações para o motorista. “Basta que esteja com uma latinha de cerveja em mãos para se configurar uma ofensa à lei, pois, em tese, o conteúdo poderia ser oferecido ao condutor”, disse o parlamentar.
O projeto de lei 4380/2016 será analisado no plenário e, se aprovado, modificará o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9503-97).
Em resposta ao contato da reportagem da QUATRO RODAS, o deputado explica:
“Em nenhum momento, quer-se criar um problema de impossível solução, visto que não há soluções simples para problemas complexos. É claro que, no caso de um veículo de dois lugares (como uma picape), o condutor não seria penalizado, pois não existe a opção de um outro lugar no carro. Essa questão ainda será discutida nas várias comissões onde o projeto tramitará e novas contribuições de outros parlamentares e da própria sociedade civil organizada serão acrescentadas, tornando o projeto mais completo. Além de não ter consciência dos seus atos, a pessoa embriagada também não tem domínio dos seus gestos, podendo puxar um volante ou um freio de mão, causando um acidente terrível. Não se pode tratar essa exceção como regra, especialmente porque os benefícios da aprovação desse projeto representará mais segurança no trânsito. Com certeza o risco também existe estando a pessoa alcoolizada no banco traseiro, no entanto, acreditamos plenamente que os riscos poderão ser bem menores se o condutor puder dirigir levando-o atrás. Assim sendo, protege-se o condutor, a pessoa alcoolizada e os demais condutores que trafegam na mesma via. Espero que o Brasil seja o primeiro país de relevância no mundo a ter uma lei com essa importância, visto que, se aprovado o PL 4380/2015, uma única vida que seja preservada, justificará todo o esforço.”
Fonte: Quatro Rodas
terça-feira, 26 de abril de 2016
SETE PECADOS CAPITAIS PREJUDICIAIS PARA SEU CARRO
Prolongue a vida de seu automóvel, fique longe dos vícios listados a seguir
Pegar no batente
Ao manobrar, é comum segurar a direção hidráulica no fim do curso. Nesse momento, pode-se ouvir a bomba da direção chiando e até mesmo a correia. Não adianta ficar forçando o volante no batente, pois as rodas já estão esterçadas ao máximo. Isso apenas desgasta a bomba da direção e reduz sua vida útil. Ao perceber que o volante está no fim do curso, alivie a pressão e manobre normalmente. Seu bolso agradece.
Acelerar, não frear
Quando estão em um congestionamento ou semáforo em uma ladeira, muitos motoristas acabam mantendo o carro automático parado usando apenas a força do câmbio, acelerando aos poucos. Isso jamais deve ser feito, pois aumenta a temperatura da caixa e acelera o desgaste dos materiais internos, provocando problemas nas válvulas solenoides e nos discos de acoplamento. No futuro, a transmissão pode começar a patinar ou dar trancos nas trocas de marcha. Por causa desse mau hábito, você pode ter de mandar abrir o câmbio para fazer um conserto. A dica também vale para a transmissão manual. Segurar o carro em aclives só com a aceleração aumenta o desgaste do disco de embreagem. O correto nas duas situações é sempre deixar o pé no freio ou manter o freio de mão acionado enquanto o veículo estiver parado.
Ter ligações perigosas
Quando a carga da bateria acaba, o normal é fazer a popular “chupeta”, ou seja, transferir energia de outro veículo por meio de cabos auxiliares. No entanto, se o seu automóvel tiver chaves codificadas, como a maioria dos veículos atuais, tome cuidado. Você deve retirá-la da ignição antes de conectar os cabos, pois há risco de queimar o chip eletrônico da chave. Esse perigo é muito maior nas que não usam a haste metálica para dar a partida, como Renault Mégane, Mercedes, Volvo e importados premium, pois são mais sensíveis à sobrecarga.
Forçar a barra
Nunca suba em calçadas sem rebaixamento do meio-fio. É um hábito que destrói ou abrevia a vida útil dos pneus, ainda mais se estiverem com baixa pressão. Dependendo do ângulo de entrada e da velocidade, os danos se estendem à direção e à suspensão. Se por uma emergência tiver de subir na calçada (para fugir de um alagamento ou acidente), faça-o sempre em baixa velocidade e entre perpendicularmente, tocando ao mesmo tempo as duas rodas no meio-fio. Por falar em pneus, vale lembrar que mantê-los calibrados é o melhor recurso para fazê-los durar mais e economizar dinheiro. Pneus murchos aumentam o consumo de combustível em até 20%, além de acelerar seu desgaste.
Parar sem freio
Não deixe um carro automático estacionado na posição P sem o freio de mão acionado. Isso força a trava do câmbio, pois todo o peso estará apoiado nela – não projetada para o esforço –, provocando dificuldades de engate posteriormente. O ideal é colocar a alavanca na posição N, puxar o freio de mão, soltar o pedal de freio para se certificar de que o automóvel está totalmente imobilizado e só depois pôr a alavanca em P. O mesmo vale para a transmissão manual, a fim de evitar danos na engrenagem da marcha engatada.
Relaxar no câmbio
Alavanca de câmbio manual só serve para trocar as marchas, não para descansar a mão quando está num congestionamento. O péssimo hábito desgasta aos poucos o trambulador, peça que faz a comunicação da alavanca com o câmbio. E nada de descansar levemente o pé no pedal de embreagem ao dirigir, um vício que desgasta o disco de embreagem. Isso diminui sua vida útil em até 50%, dependendo da pressão no pedal. A mesma dica se aplica a quem não pressiona o pedal de embreagem até o fim do curso ao trocar a marcha: desgastará o disco em excesso sem perceber.
Acelerar ao desligar
Ainda tem gente que costuma dar uma última acelerada antes de desligar o motor. É um mito que vem da época do motor de dois-tempos, no qual o óleo era misturado ao combustível. Acreditava-se que assim as paredes dos cilindros estariam mais lubrificadas e facilitariam a partida no futuro. Outros acreditavam que no motor de quatro tempos o excesso de combustível ficaria na câmara e ajudaria na combustão no próximo uso. Com a injeção eletrônica, nada disso faz sentido. O procedimento só desperdiça combustível. Em alguns modelos com motores turbo, ainda há o risco de a última acelerada interromper a lubrificação da turbina antes de ela parar de girar. A lógica vale também para o hábito que muitos têm de manobrar o veículo dando várias aceleradas. Puro desperdício.
Por Alexandre Ule Ramos
Crédito: Jonatan Sarmento
Imagens: reprodução/ Quatro Rodas
terça-feira, 19 de abril de 2016
Entenda a importância dos pneus na frenagem do veículo
O sistema de freio é um dos mais importantes para a segurança do veículo, e cada componente possui uma função essencial para uma desaceleração segura.
O processo de frenagem ocorre pela ação das pastilhas em relação aos discos, e a ação das sapatas em relação aos tambores de freio, transformando energia cinética (ou movimento) em energia térmica (ou calor) e, assim, frenar o veículo. Porém, parada total do carro depende de uma ótima aderência dos pneus em relação ao solo.
Em função disto, mantenha os pneus em boas condições, faça a calibragem semanalmente com a pressão recomendada e realize o rodízio a cada 10.000 Km. Pneus gastos, ou com problemas na banda de rodagem, possuem aderência reduzida ao solo aumentando a distancia para a frenagem do veículo. É importante lembrar que, além do desgaste natural pelo uso, os pneus também sofrem interferências devido ao contato com o ar e raios UV.
Se o atrito entre pastilha e disco, ou entre lona de freio e tambor, for maior ou igual à aderência máxima do pneu com o solo haverá bloqueio das rodas (veículos sem ABS), e redução na eficiência da frenagem. Por isso fica a dica de verificar também o estado dos pneus sempre que fizer qualquer manutenção no sistema de freios.
Fonte: Flatout


















